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INOVAÇÃO COMO APRENDIZADO

  • Foto do escritor: Fernande Luciano
    Fernande Luciano
  • 19 de fev. de 2019
  • 1 min de leitura

Há quem pense em inovação como a capacidade de produzir patentes. Ainda que este critério seja mensurável e lógico, ele não necessariamente retrata o alcance e a função da inovação para as empresas e mesmo para a sociedade. Robert Safian, ex-editor-chefe da Fast Company, principal publicação de inovação nos negócios do mundo, discriminou há um ano algumas lições que as organizações realmente inovadoras trazem para o mercado. Uma delas, curiosamente, é que a “inovação não pode ser patenteada... A Amazon, para superar expectativas, tem o desejo de abraçar a incerteza, a experimentação e a inconsistência.

Nem tudo o que a empresa faz é orquestrado para ser perfeito. Bezos (Jeff, fundador e CEO da empresa) adora essa incerteza, entende que as ideias novas devem vir sempre de fontes e formas diferentes”. O método proposto aqui é de apostar na tensão e no desequilíbrio como método, em contraste flagrante com o que os antigos sistemas de Pesquisa e Desenvolvimento propunham – linhas de trabalho perfeitamente concatenadas, hipóteses testadas e patentes solicitadas com toda proteção intelectual necessária.


Pergunta: qual das inovações da Amazon – sua user interface, seu pensamento baseado na compressão das margens para oferecer valor ao consumidor, seu programa de fidelidade – é patenteada, exclusiva e impossível de replicar? Sua cultura única é que torna a empresa inigualável e certamente mais inovadora que a concorrência.


Fonte: consumidormoderno.com.br julho 2018. Pág. 24.


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© 2019 por Fernandes Luciano

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