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CRISE x CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO COMPORTAMENTAL

  • Foto do escritor: Fernande Luciano
    Fernande Luciano
  • 19 de fev. de 2019
  • 2 min de leitura

Na maioria das vezes quando se ouve falar em CRISE, muitas empresas, através dos seus administradores pensam imediatamente em reduzir seus custos, suas despesas e consequentemente esperam que suas receitas aumentem proporcionalmente ao que se reduziu com custos e com as despesas.


A primeira iniciativa é baixar o custo com a folha de pagamento, ou seja, desligar pessoas, segundo, fala-se em não comprar, depois, fala-se em não investir em treinamentos, romper ou achatar os preços dos fornecedores de produtos e/ou serviços.


Essa prática corporativa, não é a melhor para sobrevivência em um momento de CRISE econômica, política ou até mesmo financeira. O ideal é que antes de sair cortando tudo de forma desesperadora, é rever seu planejamento estratégico imediatamente e refazê-lo. Observamos que nas melhores empresas a pratica de uma boa ESTRATÉGIA é a melhor definição para saída de uma fase de CRISE.


Segundo meu amigo e professor Geider Lins, “a solução para combater a CRISE já começa na retirada da letra “S”, tornando-a estrategicamente na palavra “CRIE” que nos remete logo ao processo de CRIATIVIDADE, criar estratégia para remediar os efeitos colaterais da tão temida CRISE”. 


É obvio que a melhor saída de uma situação difícil, não é se desfazer das pessoas, pois as pessoas são o pulmão das empresas, o combustível que movimenta a máquina corporativa, são as pessoas que fazem as coisas acontecer, os resultados são consequência das atitudes das pessoas. Portanto, se alguém quiser melhores resultados, a primeira coisa que se deve fazer é unir-se e não separar, a sinergia é fundamental para o sucesso das pessoas, de um grupo e das empresas. Consequentemente se as pessoas são bem-sucedidas, não há dúvidas que as empresas também serão bem-sucedidas, afinal de contas uma empresa sem pessoas é apenas uma razão social. 

Quando me refiro a pessoas, logo penso em ESTRATÉGIA pois através das estratégias se consegue planejar, preparar, agir, medir e aferir.

“Kotler e Milton, já falavam em mega tendências desde 2013, eles falavam nas nove tendências do Marketing de crescimento que são elas:
1.  Redistribuição global da riqueza e do poderio econômico;
2.  Deslocamento do foco estratégico, do global para o regional e do regional para o local;
3.  Urbanização contínua e necessidade crescente de infraestrutura;
4.  Aumento das oportunidades decorrentes da ciência e da tecnologia;
5.  Aceleração global da economia global verde;
6.  Valores sociais em rápida transformação;
7.  Cooperação crescente entre os setores privados e público;
8.  Empoderamento dos clientes e revolução da informação;
9.  Hipercompetição e inovação disruptiva.”

Em resumo, para se combater uma situação atípica, faz-se necessário a mudança comportamental do indivíduo, refiro-me com bastante propriedade a CRIATIVIDADE, INOVAÇÃO, ESTRATÉGIAS e RESILIÊNCIA. 

“Não se consegue resultado diferente, fazendo igual”.


Nessa selva corporativa, sobreviverá quem tiver mais habilidade criativa e inovadora. 

Fernandes Luciano – 23.04.2018. SP-SP.


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© 2019 por Fernandes Luciano

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